segunda-feira, 18 de agosto de 2014

FESTIVAL DAS DESVERDADES


Não sei se é porque grande parte das mulheres, de hoje, sentam em estilingues e se arremessam nas caras dos rapazes,
Se é porque o costume de meter em qualquer buraco, ao molde das cabritas e bichos das roças, se tornou padrão de felicidade
Ou se é essa atmosfera toda que faz com que não saibamos quando estamos diante de um bom homem ou uma boa mulher.
Só sei que o amor tem andado, um pouco, escasso.

Eu devo ser muito antiquada, realmente, mas pra mim é bem diferente um olhar de amigo e um flerte de pegar fogo.
Antigamente se distinguia quem nos desejava, quem estava  envolvido conosco de um brother.
Aí o amigo guarda por você paixão calada e as paixões preferem posar de amigos.
E os casais? Meu Santo Antônio, que acuda! Pra que ficarem juntos se querem ficar separados? Acho digníssimo hábitos modernos entre parceiros, adoro as liberdades acordadas, mas o que eu vejo é só hipocrisia mascarada de educação e sentimentos todos enrolados.
No festival do chifre, não é possível que eles pensem que a ciranda não pega mal.   

Eu não sou desse planeta mesmo! Tô mesclando, na minha cabeça, Raul com cantiga popular:

Oh! Oh! Seu Moço
Do disco voador
Eu não sou daqui... marinheiro só!

Nenhum comentário:

Postar um comentário